Pensatempos

Orlando Figueiredo

:projetos

PACC3 — Projeto de Avaliação do Currículo de Ciências Físicas e Naturais do 3.º Ciclo do Ensino Básico

Projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia: PTDC/CPE-CED/102789/2008

Coordenação: Cecília Galvão Couto

Outros membros da equipa: Ana Maria Freire, Ana Sofia Freire, António Neto, Clara de Vasconcelos, Cláudia Faria, Helena Simões, Henrique Teixeira Gil, Idalina Martins, Joaquina Paula Serra, Luís Tinoca, Benedita Portugal e Melo, Maria Filomena Amador, Isabel Chagas, Maria Teresa Oliveira, Marília Cid, Marisa Correia, Mónica Baptista, Nilza Costa, Orlando Figueiredo, Paulo Almeida, Pedro Reis.

Data de início: Janeiro de 2010

Tempo de duração: 3 anos

Objetivos: (1) identificar razões para os baixos índices de literacia científica dos alunos portugueses no final da escolaridade obrigatória (2) apresentar recomendações que fomentem a literacia científica dos jovens, com aptidão, como cidadãos, para intervirem em assuntos controversos com impacto na sociedade atual e no ambiente, despertando o seu interesse pelas ciências e pelas carreiras científicas e tecnológicas.

PARSEL – Popularity and Relevance of Science Education and Scientific Literacy — http://www.parsel.eu

Projeto financiado pela Comissão Europeia

Coordenação: Wolfgang Graber

Outros parceiros: The Leibniz Institute for Science Education (Alemanha), University of Tartu (Estónia), International Council of Associations for Science Education (Reino Unido), Universidade de Lisboa (Portugal), University of Southern Denmark (Dinamarca), Weizmann Institute (Israel), Lund University (Suécia), Free University Berlin (Alemanha) e University of Ioannina (Grécia)

Data de Início: Outubro de 2006

Data de Conclusão: Abril de 2009

Objetivo: Este projeto pretende identificar exemplos de práticas educativas que estejam de acordo com as tendências atuais propostas pela literatura de educação em ciência e que encerrem potencialidades na estimulação do interesse dos alunos pela ciência e pelo prosseguimento de estudos em áreas científicas. Estes exemplos serão identificados nos diferentes países das instituições parceiras. Depois de selecionados, serão testados por todos os parceiros e, posteriormente, divulgados e avaliado o seu impacto nos professores e nos alunos.

Trabalho Colaborativo e Melhoria da Qualidade do Ensino

Projeto parcialmente subsidiado pelo Instituto de Inovação Educacional, medida 2 do SIQE.

Coordenador: Pedro Guilherme Rocha dos Reis

Outros Colaboradores: Carolina Fernandes de Carvalho; Isolina Rosa Pereira de Oliveira; Helena Costa Pinto dos Reis Miranda Ribeiro de Castro; Maria da Conceição Pires Courela; Maria Cristina Rodrigues Lourenço Borges; Helena Maria Ribeiro Correia; Orlando José Martins Garganta Figueiredo; Paulo Jorge Carvalho Correia de Almeida; Pedro Miguel Pinto Raposo; Joaquim Melro de Jesus; Fernanda Cristina Duarte Barata; Magda Eugénia Pinheiro Brandão da Costa Carvalho

Problema a estudar: Diversos documentos de política educativa salientam a importância de promover ao trabalho de grupo como forma de desenvolvimento da socialização e como preparação para o exercício de uma cidadania plena (Abrantes, Serrazina e Oliveira, 1999; DEB, 1999, 2001; Lemos Pires, 1987). Realçam, também, as potencialidades desta forma de trabalho na promoção do sucesso escolar. No entanto, para rentabilizar as características e potencialidades de cada aluno, torna-se necessário conhecê-las desde o início do ano letivo, para que se possam definir critérios para a constituição das díades ou grupos (César, 2000b). Assim, assume especial relevância a conceção, aplicação e validação de instrumentos que permitam conhecer as competências dos alunos relevantes para a apropriação de conhecimentos em diferentes áreas curriculares disciplinares, enquanto ferramentas fundamentais para a melhoria da qualidade do ensino. Simultaneamente, pretende-se que estes instrumentos sejam construídos a partir das competências que os professores identificam como mais relevantes para a aprendizagem e que sejam suscetíveis de serem utilizados pelos professores nas suas práticas letivas.

Data de início: Setembro 2001

Duração: 1 ano

Interagir para Aprender: Contributos da Psicologia Social Genética para a compreensão do sucesso escolar e da escola inclusiva.

Projeto parcialmente subsidiado pelo Instituo de Inovação Educacional, medida 2 do SIQE (projeto n.º 43/2000).

Coordenadora: Margarida César.

Outros Colaboradores: Psicólogas – Carolina Carvalho, Sofia Freire; Professores de Matemática: Madalena Torres, Marta Martins, Marta Loureiro, Catarina Rijo, Sónia Mendes e Rita Carmo; Professores de Ciências – Helena Ribeiro e Castro, Maria Cristina Borges, Helena Correia, Paulo Almeida e Orlando Figueiredo; Professores de Filosofia: Joaquim Melro, Fernanda Barata e Luís Raposo.

Data de início: Setembro 2000

Duração prevista: 1 ano

Objetivo: Estudar os contributos de práticas inovadoras de sala de aula, nomeadamente as interações entre pares, na concretização dos princípios inerentes à escola inclusiva. Pretende-se ainda estudar o que é comum nas práticas interativas de sala de aula e o que é específico das disciplinas consideradas (Matemática, Ciências e Filosofia).

Interação e Conhecimento

Projeto do Centro de Investigação em Educação da Faculdade de Ciências de Lisboa (CIEFCUL), em colaboração com o Séminaire de Psychologie da Universidade de Neuchâtel.
Parcialmente subsidiado pelo CIEFCUL – Centro de Investigação em Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, desde 1996 e pelo IIE – Instituto Inovação Educacional, medida 2, do SIQE, em 1996/97 e 1997/98 (projeto nº7/96).

Coordenadora: Margarida César.

Outros colaboradores: Carolina Carvalho, Ana Esgalhado, Sofia Freire, Ana Vieira, Conceição Rodrigues, Teresa Leitão, Fátima Santos, Inês Alegria, Madalena Torres, Maria Helena Costa, Eva Cardo, Eugénia Guerra, Manuel Minderico, Isolina Oliveira, Rita Bastos, Fátima Caçador, Nuno Candeias, Acácio Castelhano, Matilde Rebelo, Rui Oliveira, Helena Ribeiro de Castro, Pedro Reis, Vera Monteiro, Cidália Costa, Helena Martins, Luís Malheiro, Rui Silva de Sousa, Sónia Fonseca, Gracinda Hamido, Raquel Coração, Carla Gonçalves, Ana Catarina António, Sílvia Neves, Susana Mesquita, Marta Martins, Joaquim Melro, Fernanda Barata, Luís Raposo, Catarina Rijo, Marta Loureiro, Sónia Mendes, Rita Carmo, Paulo Almeida, Cristina Borges, Helena Correia, Conceição Courela, João Marques Silva,Orlando Figueiredo, Pedro Raposo, Sara Piscarreta, Ana Azeiteiro, Nelson Gomes, Cátia Santos, Ana Matos, Neusa Branco, Claúdia Ventura, Ana Isabel Oliveira, Lucília Teles, Susana Palheira, Marco Santos, Célia Ferreira, Paula Costa e Nuno Santos. [Alguns destes colaboradores só fizeram parte da equipa do projeto durante alguns dos anos].

Data de início: 1994/95.

Tempo de duração previsto: 10 anos.

Objetivo: Estudar o papel das interações entre pares na apropriação de conhecimentos e mobilização de competências; estudar o papel das interações entre pares na socialização e na promoção da auto-estima; estudar as estratégias de resposta e raciocínio dos alunos em tarefas “não-habituais” ligadas a unidades curriculares de Matemática, em trabalhos experimentais e na discussão de assuntos controversos em Ciências e na análise de diversas correntes da Filosofia; compreender o papel das regulações sociais nos desempenhos e progressões académicas dos sujeitos; construir, com os professores, uma dinâmica de interação facilitadora do pleno desenvolvimento dos alunos, da sua integração social, de atitudes mais positivas face à Matemática, às Ciências e à Filosofia e que contribua para o seu sucesso escolar nestas disciplinas.

I ACT — pelo nosso futuro comum

Projeto europeu desenvolvido pela iniciativa privada de vários parceiros de dentro e fora da união europeia

Coordenadora Internacional: Brigitte Lundin

Coordenador Nacional: Orlando Figueiredo

Outros colaboradores (fundandores): BRIGITTE LUNDIN, França – GRZEGORZ POLAK, Polónia- HALINA BEDNARZ, Polónia – HUW ROBERTS, Irlanda – JEAN PIERRE BARTHOLEYNS, Bélgica – JOSE MANUELESCOBERO, Espanha – KARL DONERT, Reino Unido – MARIA IERVOLINO, Itália – MAREK SAWICKI, Polónia – MAYA ARNAUDOVA, Bulgária – EDUARDO MARIN, Espanha – ORLANDO FIGUEIREDO, Portugal – MIKA VANHANEN, Finlândia – TOLGA OZDEMIR, Turquia – SUSANNE PRATSCHER, Áustria – NORA NADJARIAN, Chipre – JANJA. JAKONCICFAGANEL, Eslovénia – TIM LAVERY, Irlanda – ROMEO MOCANU, Roménia.

Além de escolas dos países fundadores O I ACT envolve escolas da Tanzânia, Índia, Trindade e Tobago, Congo, Albânia, Camarões e Uzbequistão

Data de início: 3 de Dezembro de 2007 (propositadamente coincidente com o início da conferência de Bali sobre Alterações Climáticas).

Duração prevista: 2 anos

Objetivos e descrição: os principais Objetivos do I ACT são: (1) promover o desenvolvimento de uma consciência, entre os jovens, acerca das mudanças climáticas e de outros assuntos-chave relacionados com aspetos ambientais e sociais importantes para o futuro do planeta e das sociedades de forma a que, com ajuda dos professores, estes possam desenvolver uma agenda de ações a diferentes níveis; (2) incentivar e ajudar os professores que se estão a preparar para assumir esta missão e para darem o seu contributo na salvaguarda do futuro das gerações atuais e futuras; (3) desenvolver grupos e redes de trabalho, de professores, locais, regionais, nacionais e europeias que promovam a troca de ideias, informação e recursos bem como para tornar mais visíveis as perspetivas e ações dos jovens nas áreas de intervenção ecológica social e ambiental e (4) familiarizar os jovens com abordagens metodológicas de aprendizagem fundamentadas em processos investigação-ação.
O projeto foi concebido fundamentado em três problemas base: (1) O Planeta em Risco (alterações climáticas); (2) Salvaguardando os Ecossistemas (biodiversidade) e (3) Vivendo Juntos (multiculturalidade). No entanto, os professores são incentivados a desenvolver projetos que tenham por base problemas que se afigurem mais pertinentes, nomeadamente no que diz respeito às suas contextualizações locais ou regionais.
A ação decorre no ambiente local. Pretende-se que os professores mobilizem as suas competências e criatividade com vista a envolver os seus alunos (ou mesmo uma comunidade alargada) num processo pedagógico, capaz de promover a consciencialização ambiental, o desenvolvimento de uma agenda de ação e a sua implementação. Pode ser implementado numa área curricular específica, mas também se permite a uma abordagem transdisciplinar e interdisciplinar proporcionando um enquadramento metodológico capaz de ajudar e apoiar os professores na implementação da ação na escola e na região onde esta se insere.