Pensatempos

Orlando Figueiredo


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Durante a apresentação da candidatura do PAN às Europeias


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Discurso de apresentação da candidatura do PAN às Eleições Europeias de 2014

Aqueles que estiveram mais atentos ao facebook ou aos órgãos de comunicação social já sabem que o cabeça da lista do PAN concorrente às eleições para o Parlamento Europeu no próximo dia 25 de maio sou eu. Deixo aqui o discurso que proferi na sessão de apresentação aos meios de comunicação social.


Texto elaborado colaborativamento pelo PAN e proferido por: Orlando Figueiredo.

Lisboa, 1 de Abril de 2014

A candidatura do PAN às eleições europeias de Maio surge naturalmente depois de nas legislativas de 2011 quase termos elegido um deputado para a Assembleia da República, em Outubro do mesmo ano termos elegido um deputado para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira e em Setembro de 2013 termos elegido seis representantes para seis Assembleias Municipais e três representantes para Assembleias de Freguesia. Chegou a altura de o PAN fazer ouvir a sua voz no Parlamento Europeu.

Reestruturar e EuropaAs dimensões humanitária, animalista e ecológica que fazem parte do ideário do PAN são, no fundo, uma só. O PAN reconhece a necessidade de uma profunda reforma social que tem de começar na mentalidade de cada cidadão. É um partido que reconhece que o problema do sofrimento humano, da exploração animal e da degradação ambiental se localizam na forma desadequada como nos relacionamos e instrumentalizamos o outro. Para que possamos construir uma sociedade mais justa e baseada em valores de respeito universal, é necessário desenvolvermos uma consciência colectiva capaz de ver no outro – humano ou não humano – um reflexo de nós próprios, dos nossos medos e ansiedades, das nossas aspirações e vontades.
O actual modelo económico – financeiro tem como objectivo final a acumulação ilimitada de riqueza a qualquer preço para o planeta, para as pessoas e para os animais. A forma como as instituições económicas e financeiras se organizam e protegem mutuamente tem como consequência o desenvolvimento de modos de acção insustentáveis, do ponto de vista da natureza que, em última instância, põem em causa a sobrevivência da nossa civilização e da nossa espécie. Continuar a ler