Pensatempos

Orlando Figueiredo


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Metas curriculares para as Ciências Físicas e Naturais

No dia 6 de março o Ministério da Educação e Cultura disponibilizou para discussão pública as propostas de metas curriculares para as disciplinas de Física e Química, Ciências Naturais, História e Geografia dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.

O prazo para entrega das críticas e sugestões para discussão pública terminou na passada segunda-feira. Disponibilizo aqui os dois relatórios de análise crítica das metas curriculares de Física e Química e de Ciências Naturais cuja elaboração tive oportunidade de participar.

O número e os nomes dos subscritores marcam uma clara posição consensual da academia portuguesa no contexto das educação em ciências.

Análise de metas curriculares de Física e QuímicaMetas curriculares de Física e Química – 7.º, 8.º e 9.º anos (Versão para discussão pública)

Análise de metas curriculares de Ciências NaturaisMetas curriculares de Ciências Naturais – 5.º, 6.º, 7.º e 8.º anos (Versão para discussão pública)

Deixo também as ligações para as restantes propostas disponibilizadas para discussão pública.

Metas curriculares de História – 7.º e 8.º anos (Versão para discussão pública)

Metas curriculares de Geografia – 7.º e 8.º anos (Versão para discussão pública)

Metas curriculares de História e Geografia – 2.º ciclo (Versão para discussão pública)


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Habemus Papam (de pauperes spiritu)

“Irmãos e irmãs, boa noite. Vocês sabem que o dever de um conclave é dar um bispo a Roma. Parece que os meus irmãos cardeais foram buscar-me quase até ao fim do mundo. Mas aqui estamos. Agradeço a vossa hospitalidade. A comunidade diocesana de Roma já tem o seu bispo. Obrigado”. Continuar a ler


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Software livre de código aberto – Parte 1: Seja livre, use Linux

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No rodapé da minhas mensagens de correio eletrónico segue uma mensagem bilingue, antecipada por um Tux (nome do pinguim adotado como símbolo do Linux) estilizado idêntico ao de cima, que diz o seguinte:

*Seja livre, use LINUX – Be free, use LINUX*
*Socialmente justo – Socially fair*
*Economicamente viável – Economically viable*
*Tecnologicamente sustentável – Technologically sustainable*

Na passada quarta-feira estive reunido com uma amiga que me perguntou o que era isso do LINUX que aparecia no final das minhas mensagens de email. Expliquei-lhe sumariamente, mas decidi alongar-me um pouco mais e, ao longo dos próximos artigos e partindo de cada uma das afirmações anteriores, procurarei lançar alguma luz na pertinência social da utilização do Linux e de software gratuito de código aberto em geral.

Obrigado por ter perguntado, AF.

Linux é um termo genérico para designar os sistemas operativos (SO) que usam o núcleo desenvolvido pelo finlandês Linus Trovalds, cujo código fonte está disponível sob uma licença GPL – sigla da expressão inglesa que se traduz por Licença Pública Geral. Esta licença permite que qualquer pessoa ou instituição possa usufruir de quatro liberdades em relação ao software assim disponibilizado: (1) a liberdade de correr e usar o software; (2) a liberdade de estudar, modificar e adaptar o código fonte de forma a que o software sirva as suas necessidades; (3) a liberdade de redistribuir cópias do programa (original ou alterado) sob licença GPL e (4) a liberdade de contribuir para melhorar o programa e distribuir as melhorias introduzidas. Esta licença aplica-se ao SO Linux, mas também a uma gama alargada de software gratuito de código aberto como a famosa aplicação de escritório LibreOffice ou o programa de edição de imagem Gimp. Continuar a ler